O aumento da curiosidade das crianças, principalmente no momento em que começam a andar pode ser o motivo das quedas repentinas e dos galos indesejados.
O risco de acidentes é maior quando a criança engatinha e exercita a independência. Esta fase exige muita atenção, pois ela quer – e precisa – pesquisar. Por isso, circula, espia, quer subir, descer. Mas sem conhecer perigos, necessita de uma ajuda constante e equilibrada, que não chegue à superproteção: as pancadas que, eventualmente, leva na cabeça, ou as quedas de bumbum no chão também estimulam seu aprendizado.
Na maioria das vezes, esses acidentes rendem apenas um galo na testa e piadas na família. Além de um aprendizado importante para o resto de seus dias.
Além dos tombos, topadas e esbarrões, outra marquinha incômoda desta fase é a de mordidas. Elas são tão dolorosas quando freqüentes em crianças até 3 anos de idade, quando as crianças estão aprendendo a dividir e ainda não sabem expor suas frustações. Com o diálogo, a criança internaliza que o seu comportamento não é admissível.
Não é fácil para os pais assimilarem essas mordidas sem mágoa ou indignação de alguém, não se conformam com a situação ao ver seu filho tão desprotegido, agora marcado pelos dentes de um colega. Mas lembre-se que a criança, em geral, não sabe que está machucando o colega, apenas quer obter o que deseja.
E tão chato quanto ter seu bebê mordido é ser o pai ou a mãe da criança que ataca os amigos, mas esse comportamento agressivo não deve tirar o seu sono: vai passar, e logo! E crescer é assim mesmo: difícil, mas extremamente prazeroso!
PatiJensen também tropessa e cai. Muito!
